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	 <title>Pratic Web RSS</title>
	 <description>Últimas notícias de TI e Tecnologia</description>
	 <link>http://www.praticweb.com.br</link>
	 <language>pt-br</language>
	 	<item>
			<title>OpenOffice 3.0 atinge 3 milhões de downloads na primeira semana</title>
			<description>
			<b>Estima-se que 80% dos downloads do pacote de código aberto foram feitos por usuários da plataforma Windows.</b>&lt;br />&lt;br />O OpenOffice 3.0 foi baixado mais de 3 milhões de vezes em sua primeira semana, com cerca de 80% dos downloads vindo de usuários do Windows, afirmou o grupo nesta segunda-feira (20/10).&lt;br />&lt;br />O lançamento com sucesso do pacote de código aberto aconteceu mesmo com seus servidores ficando temporariamente fora do ar pela alta demanda durante a semana passada.&lt;br />&lt;br />Apenas 221 mil downloads por usuários do Linux foram registrados, levando John McCreesh, chefe de marketing do OpenOffice, a sugerir que 90% dos usuários de Linux recebem tradicionalmente as atualizações do pacote direto do desenvolvedor da distribuição.&lt;br />&lt;br />Muitas versões não em inglês do OpenOffice também são distribuídas em sites alternativas ou em CDs encartados em revistas, afirmou. Usuários do Mac OS X, que ganharam a primeira versão totalmente finalizada do OpenOffice, registraram 320 mil downloads na primeira semana.&lt;br />&lt;br />A partir dos dados de download, o grupo estima que o pacote pode estar instalado já em cerca de 5 milhões de computadores em todo o mundo. O objetivo do OpenOffice é ganhar 40% do mercado de pacotes corporativos até 2010. Principal rival do pacote aberto, o Office, da Microsoft, tem cerca de 550 milhões de usuários, segundo dados da empresa.&lt;br />&lt;br />O uso total do OpenOffice permanece pequeno, ainda que o software seja gratuito em razão dos medos de compatibilidade de documentos e da estratégia agressiva de divulgação da Microsoft.&lt;br />&lt;br />O OpenOffice 3 atenua alguns medos de adoção pela sua capacidade de abrir qualquer tipo de documento para o Office, incluindo o formato Office OpenXML, ainda que não possa salvar nativamente arquivos no padrão.
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			<lastBuildDate>Sexta-feira, 24 de outubro de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=30</link>
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	 	<item>
			<title>HP cria primeira bateria para computadores com duração de 24 horas</title>
			<description>
			A HP criou um computador que dispõe de uma bateria que com uma capacidade de duração de 24 horas. Este computador deverá estar à venda no próximo mês.&lt;br />&lt;br />“O novo HP EliteBook 6930p inclui uma bateria opcional com capacidade para estar ligada durante um dia inteiro”, refere o comunicado da empresa. No entanto o mesmo comunicado refere que esta bateria terá de ser adquirida em separado.&lt;br />&lt;br />“Uma autonomia de 24 horas foi outrora o Santo Graal da computação portátil,” afirmou Ted Clark, vice-presidente Sénior e director-geral Notebook Global Business Unit na HP, citado no comunicado.&lt;br />&lt;br />“Com o HP EliteBook 6930p, os utilizadores já não têm de se preocupar em ficar sem bateria antes que o seu dia acabe”, acrescenta Clark.&lt;br />&lt;br />O computador, que utiliza os discos rígidos da Intel, estará disponível a partir de Novembro.
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			<lastBuildDate>Quinta-feira, 9 de outubro de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=29</link>
		</item>
	 	<item>
			<title>Como se beneficiar do E-CPF e do E-CNPJ</title>
			<description>
			<strong>Depois do imposto de renda eletrônico, agora é a vez do CPF e CNPJ digitais. Criados para facilitar a vida do contribuinte, é preciso cuidado durante a solicitação para o processo rápido não ser burocrático</strong>&lt;br />&lt;br />O que era sonho agora é realidade. Retirar uma certidão negativa, retificar documentos pessoais e jurídicos, fazer um financiamento sem sair de casa, abrir uma conta bancária sem enfrentar fila. Com o e-CPF e o e-CNPJ, o cidadão realiza todas essas transações de forma virtual porque os documentos eletrônicos funcionam como a assinatura da pessoa ou da empresa. No entanto, é preciso atenção na hora de solicitar os documentos para o sonho não virar pesadelo.&lt;br />&lt;br />Isso porque, muitas vezes, o empresário vai até uma empresa especializada no serviço como SERASA, SESCON ou SERPRO com todos os documentos em mãos, mas há incompatibilidade entre o que apresenta e as informações que constam na base de dados da Receita Federal e aí, volta para a casa e tem que começar tudo de novo.&lt;br />&lt;br />Por isso, é muito importante o auxílio de um contador para agilizar o processo e evitar o retrabalho. "Um profissional de contabilidade sabe quais documentos, sejam eles originais ou cópias autenticadas, são necessários para a aquisição das versões digitais. Além disso, é ele quem efetua uma pesquisa prévia na Receita Federal, mediante autorização emitida pelo cliente, para obter as informações que constam nos órgãos que as empresas especializadas vão consultar. Dessa forma, não tem como haver incompatibilidade", esclarece Dora Ramos, diretora da Fharos, empresa especializada em assessoria financeira e contábil.&lt;br />&lt;br />A informatização chegou a tal ponto que hoje um escritório de contabilidade pode deixar todo o processo de solicitação do e-CPF e e-CNPJ em São Paulo, enviar para um escritório da empresa especializada no serviço em outra capital como, por exemplo, o Rio de Janeiro, caso o empresário esteja por lá, apenas para que seja assinado.&lt;br />&lt;br />Lançado há três anos pela Receita Federal, o e-CPF ainda não é comum para a maioria das pessoas porque o preço da aquisição pode não ser interessante - o kit com cartão e leitora óptica pode custar mais de R$ 400,00. Por isso, os bancos estudam a possibilidade de inserir esse serviço em um pacote para os clientes, como meio de baratear o processo e agilizar as transações bancárias.&lt;br />&lt;br />No entanto, o e-CNPJ caminha a passos largos e as empresas, principalmente de médio e grande porte, já aderiram aos sistemas e vivenciam os benefícios da tendência. Isso porque a obrigatoriedade desse sistema foi prevista pela Receita Federal, inicialmente, para as empresas tributadas pelo lucro real, mas "ao longo do tempo todas as organizações deverão obter a certificação digital", afirma Dora Ramos.&lt;br />&lt;br />Enquanto isso, as empresas que ainda não possuem o e-CNPJ podem utilizar escritórios de contabilidade para realizar as operações no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). Para isso, basta autorizar previamente o prestador de serviço por meio de uma procuração eletrônica, que deve ser cadastrada no próprio e-CAC.&lt;br />&lt;br />Com o e-CNPJ - ou por meio da autorização do contador - uma empresa pode emitir notas fiscais eletrônicas, assinar contratos digitais, acompanhar processos legais, verificar a autenticidade de informações divulgadas na versão on-line do Diário Oficial, consultar e regularizar a situação cadastral e fiscal, emitir certidões, gerar procurações eletrônicas, acompanhar processos fiscais, entregar o IRPJ, a DCTF e a DIPJ, além de fazer a Redarf.&lt;br />&lt;br />"E o melhor: a pessoa jurídica que está por trás da organização pode fazer todas essas tarefas sem sair do escritório. É muito mais gestão de tempo para o empresário focar nas atividades que lhe trazem retorno financeiro", avalia a especialista.&lt;br />&lt;br /><strong>Como obter?</strong>&lt;br />&lt;br />Para emitir um CPF ou CNPJ digital é necessário que a pessoa física ou jurídica possua o seu "documento real". Ao contrário do que muitos pensam, não é a Receita que emite o certificado, mas sim empresas autorizadas, como a SERASA, o SESCON, SERPRO e CERTISIGN. E uma informação é fundamental: só é possível uma pessoa jurídica obter um e-CNPJ com um e-CPF.&lt;br />&lt;br />Para solicitar a certificação, o primeiro contato pode ser feito através dos sites dessas entidades. No entanto, é preciso que o solicitante compareça à autoridade de registro e leve toda a documentação necessária para obter a versão digital.&lt;br />&lt;br />Na hora de fazer o cadastro, é preciso escolher entre "dois modelos" de certificação digital. O A1 é gerado e armazenado no computador do solicitante, através de um CD. Os dados podem ser protegidos por uma senha de acesso, criada pelo usuário. Somente com esta senha é possível acessar, mover e copiar sua chave privada.&lt;br />&lt;br />Para não haver riscos, o melhor é que um único computador armazene o par de chaves do e-CPF A1 e apenas uma cópia de segurança seja criada. A validade deste certificado é de um ano, contado a partir de sua data de emissão.&lt;br />&lt;br />Já o A3 oferece maior segurança porque seu certificado é gerado, armazenado e processado no cartão inteligente ou token, que permanece assim inviolável e único. Apenas o detentor da senha de acesso, criada no momento da validação, pode utilizar a chave privada. Este certificado digital possui validade de 3 anos.&lt;br />&lt;br />Para a especialista da Fharos, Dora Ramos, a única diferença está na questão da segurança. "O A1 fica armazenado em um computador e se alguém descobrir a senha, pode vir a acessar os dados. Já o A3 é portátil e não fica disponível para outros usuários", finaliza.
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			<lastBuildDate>Segunda-feira, 29 de setembro de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=28</link>
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	 	<item>
			<title>Google promete internet mais veloz e lança navegador próprio</title>
			<description>
			Internet Explorer ou Firefox? O Google decidiu ignorar a chamada ''guerra dos browsers'' e lançou, nesta terça-feira (2), o navegador Google Chrome. A primeira versão de testes do programa está disponível para download gratuito.&lt;br />&lt;br />A ênfase, de acordo com Marcelo Quintela, gerente de produtos do Google Brasil, é na velocidade de navegação. O ''coração'' do Chrome é o engine (em português, motor) batizado com o sugestivo nome de V8. O sistema foi desenvolvido pelo escritório do Google na Dinamarca, com objetivo de carregar as páginas mais rapidamente que o Internet Explorer e o próprio Firefox.&lt;br />&lt;br />O Chrome une a barra de endereços ao campo de pesquisas e permite que o usuário escolha o programa de buscas padrão. Ele oferece opções baseando-se nas buscas já efetuadas pelo internauta, sistema semelhante ao utilizado pelo Firefox.&lt;br />&lt;br />Essa não é a única semelhança com o Firefox, navegador do qual o Google é parceiro. O Chrome utiliza um sistema de abas de navegação, formato popularizado pelo browser da Mozilla e implementado até no Internet Explorer. A diferença é que as abas agora estão no topo da janela, diretamente na barra do programa, e não "dentro" do navegador.&lt;br />&lt;br />A primeira aba apresentada quando o programa é aberto mostra um resumo das páginas mais visitadas pelo usuário -- segundo a empresa, esse mecanismo também agiliza a navegação. Essas páginas exibidas na primeira guia são atualizadas automaticamente, conforme o internauta usa a web. "O objetivo é levar o usuário até onde ele quer ir, da maneira mais rápida possível", afirma Quintela.&lt;br />&lt;br />O programa também promete ser mais estável que os rivais e travar menos. Quando um usuário acessa um site com código problemático, tanto o Internet Explorer quanto o Mozilla Firefox têm o hábito incômodo de fecharem a janela "travada", levando junto todas as abas. No Chrome, cada aba roda em um processo separado. Desta forma, apenas a guia com problemas precisa ser fechada em caso de pane.&lt;br />&lt;br />Em termos de segurança, o Chrome traz um sistema semelhante ao que já está em testes no Internet Explorer 8. Batizado de "janela anônima", trata-se de uma opção que permite navegar sem salvar senhas, cookies e histórico. É o ideal para acessar bancos em computadores de LAN house, por exemplo. Para abrir essa janela "secreta", digite o atalho Ctrl + shift + n.&lt;br />&lt;br /><strong>Só para Windows, por enquanto</strong>&lt;br />&lt;br />O Google, por enquanto, só oferecerá o browser para usuários do sistema operacional Windows. A empresa confirmou ter renovado as parcerias com a Mozilla, responsável pelo Firefox, até 2011. O Chrome tem código fonte aberto, o que permitirá que programadores criem novas funções para o navegador.&lt;br />&lt;br />Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, diz que o lançamento do browser não mostra uma tentativa da empresa de criar um monopólio na internet. "É um browser que você baixa gratuitamente. Ele não tem vinculação com nenhum outro produto do Google, o internauta é livre para escolher programas e sites utilizados", explica. A empresa está trabalhando no projeto há um ano.&lt;br />&lt;br />Segundo a companhia, foi necessário repensar completamente os navegadores para criar a novidade. “O que precisamos não é simplesmente de um browser, mas também de uma plataforma moderna de sites e aplicações. É isso que nos propusemos a construir”, diz um texto divulgado no blog da empresa. Além de usar algumas ferramentas do Firefox, o projeto também se baseou no WebKit, da Apple.&lt;br />&lt;br /><a href="http://www.google.com.br/chrome?hl=pt-BR" class="link_centro texto_noticia" target="_blank">Faça o download em português</a>
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			<lastBuildDate>Quarta-feira, 3 de setembro de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=27</link>
		</item>
	 	<item>
			<title>Brasil pode ter em breve internet banda larga ultra-rápida</title>
			<description>
			A aprovação dada pela Anatel para uma consulta pública sobre a internet banda larga via rede elétrica deve impulsionar este ramo das telecomunicações no Brasil.&lt;br />&lt;br />É o que acredita Pedro Jatobá, presidente da Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações (Aptel). "Há vários grupos interessados com investimentos previstos só aguardando essa regulamentação", diz ele, que também atua na Eletrobras.&lt;br />&lt;br />A internet banda larga por rede elétrica pode atingir uma velocidade de 200 Megabits por segundo (Mbps). Hoje, a velocidade mais alta disponível no Brasil é de 30 Mbps. Nos testes, que vem sendo realizados pela Aptel em regiões de baixa renda do Brasil, esse número não ultrapassou os 70 Mbps. "Várias medidas podem melhorar o desempenho da rede e elevar a velocidade possível, como a segregação de circuitos”, afirma Pedro Jatobá.&lt;br />&lt;br />Segundo ele, a tecnologia também pode ser útil para outras empresas de telecomunicações. Um exemplo é a comunidade de Barreirinhas (MA), onde os cabos que transmitem a internet banda larga também são usados como retorno dos canais de TV digital.
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			<lastBuildDate>Segunda-feira, 25 de agosto de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=26</link>
		</item>
	 	<item>
			<title>Orolix aumenta forma de remunerar em dinheiro seus usuários de Internet Discada</title>
			<description>O provedor de Internet discada Orolix inaugura neste mês a maior remuneração por tempo de navegação do mercado: até R$0,32 por hora on line. Com três anos de atuação e crescimento anual de 98,3% em sua carteira de clientes, a empresa que criou a terceira geração da Internet, na qual os usuários são pagos para conectar-se, aposta na estratégia para incrementar o número de acessos. "Oferecendo esses benefícios e, futuramente, outros segmentados de acordo com cada perfil, fidelizaremos os usuários", afirma Stephania Fincatti, gerente de marketing da Orolix.&lt;br />&lt;br />O valor de R$0,12 será pago por hora aos usuários que se conectarem utilizando o provedor, além de um bônus adicional que irá variar de acordo com a quantidade de Oros (moeda virtual da Orolix) acumulados nos mês. O tempo na web vai definir também a categoria de cada usuário, sendo dividas em bronze, prata, ouro e diamante. "É possível migrar de uma categoria para outra através do tempo de conexão e da indicação de amigos para utilizar o discador", acrescenta Fincatti.&lt;br />&lt;br />Mais informações no Portal Orolix (www.orolix.com.br).&lt;br />&lt;br /><strong>Sobre a Orolix</strong>&lt;br />&lt;br />A Orolix, que tem como carro-chefe o acesso à Internet discada, é uma empresa de tecnologia dial-up que investe no aprimoramento do leque de opções gratuitas e de comunicação viral na rede. Criadora da terceira geração da Internet, que passou a remunerar os usuários por hora navegada, a empresa disponibiliza ferramentas como o Oromail (caixa de-mail com 5GB de memória), Oromix (para o usuário importar contatos de outras agendas como Yahoo!, MSN e Orkut), além de controle online de créditos (oros) e loja virtual de créditos para celular.</description>
			<lastBuildDate>Segunda-feira, 18 de agosto de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=25</link>
		</item>
	 	<item>
			<title>Com serviço de busca, TV digital vira 'computador pessoal'</title>
			<description>A Fast do Brasil está desenvolvendo uma plataforma de busca para TV digital que transforma a televisão em um "computador" com navegação semelhante à da web. A tecnologia permite realizar atividades simples, como identificar filmes por autor ou gênero e comprar/fazer download de filmes ou seriados, além de tarefas mais complexas.&lt;br />&lt;br />Segundo a Fast, o controle remoto comandará uma navegação semelhante à da web, com uma plataforma de busca operando em tempo real. As pesquisas poderão ser personalizadas de acordo com as preferências do usuário.&lt;br />&lt;br />A empresa prevê um investimento de mais cinco anos para aperfeiçoar o sistema, ainda em fase de testes. A plataforma aumenta a capacidade de o espectador interagir com as grades de programação, por exemplo, ligando a base de dados de uma emissora com sinal digital ao conversor conectado à televisão.&lt;br />&lt;br />Por exemplo, quando o espectador estiver assistindo ao show de uma cantora na TV, aparece uma indicação na tela de que há conteúdo interativo. A partir dali, o usuário pode comprar ingressos para o show da artista, encomendar seu último disco ou ler notícias sobre sua vida pessoal.</description>
			<lastBuildDate>Quarta-feira, 13 de agosto de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=24</link>
		</item>
		<item>
			<title>Megafalha de segurança na internet também afeta e-mails</title>
			<description><i>Já se sabia que brecha estrutural pode levar usuários a sites fraudulentos.&lt;br />Agora foi divulgado que problema também permite interceptação de mensagens.&lt;br />&lt;br /></i>Uma falha de segurança identificada recentemente na estrutura da internet não permite apenas que hackers forcem internautas a visitar sites que não querem, mas também que essas pessoas mal-intencionadas interceptem mensagens de e-mail. Foi o que revelou nesta quarta-feira (6) o especialista Dan Kaminsky, que descobriu esse erro há cerca de seis meses.&lt;br />&lt;br />Diversas empresas de informática já disponibilizaram a seus clientes atualizações de segurança para que eles não sejam “seqüestrados” para endereços virtuais criados por golpistas. Mas ainda não há informações sobre soluções que evitem os outros problemas anunciados nesta quarta por Kaminsky, diretor da empresa de segurança consultant IOActive.&lt;br />&lt;br />Considerando a discrição na interceptação de mensagens e o conteúdo delicado de muitas correspondências eletrônicas, diz a agência de notícias Associated Press, essa nova possibilidade de golpes traz grandes riscos de dano – e mostra que a falha é pior do que se imaginava. Mas, de acordo com o especialista, ainda não há evidências de que hackers já tenham explorado a brecha para realizar ataques usando e-mails.&lt;br />&lt;br />No caso das mensagens eletrônicas, explicou o especialista, a falha possibilita que essas mensagens sejam interceptadas e copiadas. Outra possibilidade é a de pessoas mal-intencionadas trocarem anexos legítimos desses e-mails por arquivos fraudulentos, com o objetivo de espalhar vírus.&lt;br />&lt;br />“Todas as redes correm risco. Isso é o que mostra a falha”, disse Kaminsky, que, segundo a versão on-line da revista “Wired”, classifica essa brecha de segurança como a pior já identificada desde 1997. Além de navegadores e e-mails, continuou a “Wired”, também é possível que golpistas explorem a brecha em outras aplicações, protocolos e serviços, como FTP (File Transfer Protocol) e filtros de spam. “Há diferentes caminhos que levam ao caos.”&lt;br />&lt;br /><b>Sites trocados</b>&lt;br />&lt;br />Quando anunciou a megafalha, no início de julho, Kaminsky não quis dar detalhes sobre sua descoberta para que as empresas de tecnologia aumentassem a segurança de seus usuários. Em um evento de segurança realizado em Las Vegas, nesta quarta, ele deu mais informações sobre a brecha no sistema de nomes de domínio, também conhecido como DNS, e sobre outras possibilidades de ataques (como os de e-mail).&lt;br />&lt;br />O DNS relaciona os endereços da internet e as páginas correspondentes nos servidores, ao transformá-las em sistemas numéricos similares aos telefônicos – ele é o responsável por levá-lo ao Google, por exemplo, quando você digita www.google.com. Com a brecha, golpistas conseguiram direcionar internautas do Texas a um falso site do Google que exibia diversos anúncios.&lt;br />&lt;br />A falha nesse caso não está no site, mas na estrutura responsável por levar o computador até a página digitada pelo usuário. E justamente por isso os navegadores (Internet Explorer, Firefox e Safari, entre outros) acreditam estar acessando um endereço legítimo, dificultando a identificação da fraude.&lt;br />&lt;br /><b>Prevenção</b>&lt;br />&lt;br />Gigantes da informática, como Microsoft, Cisco, Sun e outras empresas de peso já disponibilizaram atualizações de segurança, para prevenir que as máquinas sejam conduzidas por hackers a endereços fraudulentos. “A indústria correu de uma forma que eu nunca havia visto”, disse o consultor.&lt;br />&lt;br />Kaminsky afirmou que mais de 120 milhões de usuários de banda larga estão protegidos contra o golpe baseado em DNS que leva o internauta a uma página fraudulenta – esse valor, continuou na apresentação em Las Vegas, seria equivalente a 42% dos internautas com acesso rápido em todo o mundo.</description>
			<lastBuildDate>Sexta-feira, 8 de agosto de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=23</link>
		</item>
		<item>
			<title>Carregue seu computador no pendrive</title>
			<description><b>Com aplicativos portáteis no acessório, fica fácil transportar as configurações favoritas para máquinas que não são suas</b>&lt;br />&lt;br />De invencionice para geeks nos anos 1990, os pendrives se tornaram um item quase essencial de nossa vida digital. Além de possibilitarem a transferência prática, rápida e segura de arquivos entre computadores, esses pequenos dispositivos – cada vez mais acessíveis e com maior capacidade – podem transformar qualquer máquina na sua em uma simples espetada.&lt;br />&lt;br />O segredo está em instalar no pendrive (ou chave USB) os programas que você usa com freqüência e, assim, poder utilizá-los em qualquer PC, seja de um amigo ou mesmo de um cibercafé ou lan-house.&lt;br />&lt;br />O truque é tão atraente que até a Microsoft promete oferecer um sistema operacional completo dentro de um pendrive até o final do ano. Logo, se você gosta de aproveitar o melhor da tecnologia, está mais do que na hora de transformar seu pendrive em uma central de aplicativos portáteis.&lt;br />&lt;br />O carioca Anderson Dias Ivo, 26 anos, comprou seu primeiro pendrive há dois anos. O modelo de 2 GB era destinado apenas a backups até ele instalar no dispositivo o pacote de aplicativos portáteis conhecido como ASuite.&lt;br />&lt;br />“Agora tenho vários programas rodando direto do pendrive. Tudo o que preciso está à mão e não dependo mais de que a máquina na qual estou trabalhando tenha os softwares instalados”, explica.&lt;br />&lt;br />Além do navegador Firefox e de um software para download de torrents, Ivo, que trabalha com manutenção de computadores, carrega programas para limpeza de arquivos deixados como rastros no sistema operacional depois de desinstalações.&lt;br />&lt;br />Robert Rodrigues, gerente de mídias sociais da agência de marketing Frog, é outro adepto dos pendrives espertos. Mas ao contrário de Ivo, que escolheu um dos pacotes (também chamados gerenciadores) disponíveis na internet, ele preferiu montar sua própria seleção de programas.&lt;br />&lt;br />“Estou constantemente alterando o que levo no pendrive. Vivo em busca de novidades portáteis”, diz.&lt;br />&lt;br />No momento, Rodrigues leva no bolso, além do navegador da raposa, o editor para criação de páginas da web Dreamweaver, a suíte para escritório OpenOffice e o antivírus NOD32: “Como costumo transferir arquivos entre máquinas diferentes, o primeiro programa que instalei foi um antivírus para me prevenir contra a falta de conhecimento e o descuido que alguns internautas ainda têm.”&lt;br />&lt;br />“Ao garantir o acesso em computadores que não são meus aos programas a que estou acostumado, minha produtividade aumenta. Se não os tivesse à mão, precisaria descobrir como funcionam os softwares que estão instalados na máquina em que estou”, conta.&lt;br />&lt;br />A privacidade é outra vantagem. Para quem pula de um cibercafé para outro, rodar programas diretamente do pendrive é garantia de não deixar para trás nenhum dado pessoal. Configurações como favoritos e add-ons também podem ser facilmente transportadas.&lt;br />&lt;br />Na rede, há gerenciadores de aplicativos portáteis tão levinhos – ocupam pouco mais de 700 kilobytes (KB) – que são capazes de rodar mesmo em pendrives com memória de apenas 128 megabytes (cada MB equivale a 1 mil KBs).&lt;br />&lt;br />Mas, para armazenar também uma boa quantidade de documentos, músicas e fotos, o ideal é que o pendrive tenha pelo menos 1 gigabyte (1 GB ou 1 mil MBs).&lt;br />&lt;br />Nesta edição o Link o ensina a transformar seu pendrive num verdadeiro canivete suíço de softwares pra lá de úteis.</description>
			<lastBuildDate>Segunda-feira, 4 de agosto de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=21</link>
		</item>
		<item>
			<title>Microsoft prepara-se para a era pós-Windows com o Midori</title>
			<description>Pesquisadores da Microsoft estão desenvolvendo um novo sistema operacional voltado a computação baseada em internet e arquiteturas de múltiplos núcleos. O projeto poderia, um dia, substituir o Windows.&lt;br />&lt;br />O sistema operacional, que atualmente está em desenvolvimento sob o codinome Midori, está sendo construído para resolver problemas que estão além do escopo do Windows, plataforma considerada pesada, que foi criada antes de a internet se disseminar e quando os PCs tinham apenas um processador.&lt;br />&lt;br />É possível que o Midori esteja sendo desenhado para uso em cenários de computação em nuvem, nos quais as aplicações de negócios residem em servidores centralizados e são acessadas pela web. Os pesquisadores da Microsoft também estão construindo o sistema operacional de olho no melhor aproveitamento do desempenho dos processadores de múltiplos núcleos. Até agora, os desenvolvedores tem tido pouco sucesso na criação de software que tire melhor proveito de máquinas com estas características.&lt;br />&lt;br />A Microsoft tem falado pouco sobre o Midori e não comenta o assunto oficialmente. Mas documentos de pesquisa da companhia confirma que o desenvolvimento existe e está relacionado a um projeto de conhecimento público chamado Singularity - sob o qual os desenvolvedores estão criando um sistema operacional mais leve, para uso entre a comunidade de pesquisa.&lt;br />&lt;br />Durante uma conversa recente sobre uma ferramenta de software chamada CHESS, destinada a verificar o status de programas que rodam em arquiteturas multithreaded. Documentos mostram que os pesquisadores da Microsoft Madan Musuvathi e Shaz Qadeer fizeram referência ao Midori em uma apresentação de PowerPoint. Em um slide, eles descrevem o Midori como "sistema operacional em 'managed code'".&lt;br />&lt;br />Managed code é um termo usado para programas que podem rodar em ambientes virtuais em múltiplos computadores, uma configuração que facilita a computação em nuvem, em vez de trabalhar em uma única CPU. É um sinal de que o Midori poderia rodar como um sistema operacional virtual com a plataforma de virtualização Hyper-V, da Microsoft. Em outra apresentação realizada na Universidade de Princeton, em dezembro, o pesquisador Shaz Qadeer notou que o CHESS suporta Win32, a linguagem Common Runtime da Microsoft e o "Midori OS", de acordo com uma cópia do documento de Qadeer a que a InformationWeek EUA teve acesso.&lt;br />&lt;br />Se o Midori seguir para o mercado, poderia resolver uma série de problemas para a Microsoft. A versão mais recente, Windows Vista, parece não estar tendo boa recepção entre os gerentes de TI. Muitos consideram o programa pesado e com alta demanda de recursos, e muito centrado no desktop, em uma era em que muito da computação corporativa está migrando para a web.&lt;br />&lt;br />Além disto, o Windows 7, a versão programada para ser lançada em 2010, deve fazer pouco para ajudar a situação. A Microsoft confirmou que o Windows 7 está sendo construído a partir do mesmo código base do Vista e sua arquitetura não vai diferir significativamente de seu antecessor.</description>
			<lastBuildDate>Quinta-feira, 31 de julho de 2008</lastBuildDate>
			<link>http://www.praticweb.com.br/noticias.asp?cod=20</link>
		</item>
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